sexta-feira, 20 de julho de 2012

Ferrovia disputa clientes com destino à Argentina


A ALL América Latina Logística - empresa de transporte ferroviário que atua entre Campinas e Buenos Aires - vai dobrar o volume de carga movimentada este ano, superando 150 mil toneladas. Única empresa ferroviária do País que transporta contêineres, a ALL mantém atualmente três trens semanais com destino à Buenos Aires, embarcando em média 120 contêineres por semana. 'Nos responsabilizamos por toda a operação de exportação. Desde a retirada do produto na planta do exportador até entrega na porta do importador, com custos similares ao do transporte marítimo', diz João Carlos Rosas, diretor da ALL. 

 O bom desempenho da ferrovia - que se deve aos custos competitivos e agilidade na entrega - tem despertado a atenção de diversas empresas, que estão optando pelo trem no lugar de caminhões e navios. A Champion Papel e Celulose, por exemplo, exporta para a Argentina, através da ALL, cerca de 700 toneladas de papel por mês, trazendo, inclusive a produção da fábrica que mantém no Paraná - cerca de 200 toneladas - para ser embarcada de Sumaré. 'Os custos compensam', explica Dante Luiz Fecci, diretor de logística da Champion.

 A operação Paraná/Sumaré/Argentina custa US$ 70 por tonelada embarcada. O trem que realiza o transporte entre Brasil e Argentina possui 20 vagões e capacidade para 40 contêineres de 20 pés e de 40 pés (cada contêiner abriga de 25 a 28 toneladas). Entre as empresas que utilizam os serviços da ALL, estão a Círio do Brasil Alimentos, Halston Purina do Brasil, Colgate Palmolive Divisão Kolynos do Brasil, Aço Villares, Alcoa Alumínio, Ripasa Celulose e Papel.

A ALL América Latina Logística - empresa de transporte ferroviário que atua entre Campinas e Buenos Aires - vai dobrar o volume de carga movimentada este ano, superando 150 mil toneladas. Única empresa ferroviária do País que transporta contêineres, a ALL mantém atualmente três trens semanais com destino à Buenos Aires, embarcando em média 120 contêineres por semana. 'Nos responsabilizamos por toda a operação de exportação. Desde a retirada do produto na planta do exportador até entrega na porta do importador, com custos similares ao do transporte marítimo', diz João Carlos Rosas, diretor da ALL. 

O bom desempenho da ferrovia - que se deve aos custos competitivos e agilidade na entrega - tem despertado a atenção de diversas empresas, que estão optando pelo trem no lugar de caminhões e navios. A Champion Papel e Celulose, por exemplo, exporta para a Argentina, através da ALL, cerca de 700 toneladas de papel por mês, trazendo, inclusive a produção da fábrica que mantém no Paraná - cerca de 200 toneladas - para ser embarcada de Sumaré. 'Os custos compensam', explica Dante Luiz Fecci, diretor de logística da Champion. A operação Paraná/Sumaré/Argentina custa US$ 70 por tonelada embarcada. O trem que realiza o transporte entre Brasil e Argentina possui 20 vagões e capacidade para 40 contêineres de 20 pés e de 40 pés (cada contêiner abriga de 25 a 28 toneladas). Entre as empresas que utilizam os serviços da ALL, estão a Círio do Brasil Alimentos, Halston Purina do Brasil, Colgate Palmolive Divisão Kolynos do Brasil, Aço Villares, Alcoa Alumínio, Ripasa Celulose e Papel, Rodhia Stern, Fosbrasil, além de empresas de mineração e de cerâmica. A Magnevita, empresa de Poços de Caldas que exporta tijolos e massas refratários, e talco industrial, embarca semanalmente 500 toneladas de produtos para o município de Olavarria, distante 300 quilômetros ao sul de Buenos Aires. Este volume atende contrato de 3 mil toneladas com cimenteira argentina. O custo para retirada do produto em Poços de Caldas e entrega no município de Olavarria é de US$ 80 por tonelada, 'entre 15% e 20% mais competitivo que os custos dos modais marítimo e rodoviário', calcula Luiz Marcio Braga Guimarães, gerente de negócios para exportação da Magnevita, que vende produtos refratários para mais de cinqüenta países. As exportações da empresa devem somar US$ 40 milhões neste ano, 15% a mais que o volume embarcado no ano passado. As vendas para Argentina respondem por 10% deste volume. Outra empresa que utiliza os serviços da ALL com freqüência é a Ripasa Papel e Celulose, que iniciou os embarques há cerca de seis meses. Atualmente a Ripasa embarca 1,5 mil toneladas de papel por mês (entre 60 e 70 contêineres de 40 pés) para o mercado argentino através da ALL. 'Também exportamos pelos modais marítimo e rodoviário, mas cerca de 80% das nossas exportações para Argentina seguem pela ferrovia', diz Moacir Hayashida, chefe de serviço ao cliente da Ripasa, que exporta mensalmente 10 mil toneladas de papel tipo 'cutsize' (sulfite) e cartão (para embalagens) por mês para América Latina, Caribe, Europa, América do Norte e Extremo Oriente. Entre 15% e 18% deste total segue para o mercado argentino. De acordo com Hayashida, o bom desempenho da ALL se deve às constantes melhorias no serviço prestado pela empresa. 'No ano passado, quando o despacho aduaneiro era realizado em Uruguaiana - divisa com Argentina - o trem ficava detido por dias e o transporte demorava cerca de 22 dias. Atualmente o despacho aduaneiro é feito em Sumaré e houve ganho bastante expressivo. O custo do frete da ALL é de US$ 1,3 mil para contêiner de 20 pés e US$ 1,6 mil para contêiner de 40 pés. As entregas levam, no máximo, dez dias', diz. Os transportes rodoviário e marítimo tem custos em torno de US$ 1,9 mil por contêiner. A Fosbrasil exporta pela ALL há cerca de um ano, embarcando até quatro contêineres de 20 pés por mês de ácido fosfórico food grade (grau alimentício). Os custos, cerca de 25% mais econômicos que o transporte rodoviário e o menor risco de acidentes, são apontados como vantagens pelo supervisor de suprimentos e logística da Fosbrasil, Manoel Azevedo Coelho. A Rodhia Stern, de Poços de Caldas, também utiliza a ferrovia há cerca de um ano e já chegou a embarcar 4 mil toneladas de produtos (pet e poliester) por mês, 'mas com o aquecimento do mercado interno, aumentamos as vendas no Brasil em detrimento das exportações para a Argentina, que se situam atualmente em 2 mil toneladas por mês', diz Carlos Alberto Quintero, gerente de logística da Rodhia. A empresa, que deve encerrar o ano com exportações entre 25 e 28 mil toneladas, tem a Argentina como principal mercado, com 70% das vendas destinadas àquele país. Na avaliação de Quintero, o grande diferencial da ALL sobre as demais ferrovias brasileiras é o transporte de contêineres, 'mas a empresa ainda precisa adquirir o know-how dos operadores marítimos', completa. A LTI - Logística de Transporte Intermodal - operadora de serviço ferroviário, atende cerca de 25 clientes brasileiros e argentinos, que transportam mercadorias pela ALL, movimentando entre 8 e 10 mil toneladas de carga por mês, o dobro do movimento apurado no início do ano. Um grande número de clientes da LTI está concentrado em Poços de Caldas. O custo da tonelada retirada em Poços de Caldas (MG) e entregue em Buenos Aires se situa entre US$ 60 e US$ 65. 'Nossa meta para o ano é consolidar a movimentação em 10 mil toneladas por mês', diz Élio Mariani, gerente administrativo e operacional da LTI.


l, Rodhia Stern, Fosbrasil, além de empresas de mineração e de cerâmica. A Magnevita, empresa de Poços de Caldas que exporta tijolos e massas refratários, e talco industrial, embarca semanalmente 500 toneladas de produtos para o município de Olavarria, distante 300 quilômetros ao sul de Buenos Aires. Este volume atende contrato de 3 mil toneladas com cimenteira argentina. O custo para retirada do produto em Poços de Caldas e entrega no município de Olavarria é de US$ 80 por tonelada, 'entre 15% e 20% mais competitivo que os custos dos modais marítimo e rodoviário', calcula Luiz Marcio Braga Guimarães, gerente de negócios para exportação da Magnevita, que vende produtos refratários para mais de cinqüenta países. As exportações da empresa devem somar US$ 40 milhões neste ano, 15% a mais que o volume embarcado no ano passado. 

As vendas para Argentina respondem por 10% deste volume. Outra empresa que utiliza os serviços da ALL com freqüência é a Ripasa Papel e Celulose, que iniciou os embarques há cerca de seis meses. Atualmente a Ripasa embarca 1,5 mil toneladas de papel por mês (entre 60 e 70 contêineres de 40 pés) para o mercado argentino através da ALL. 'Também exportamos pelos modais marítimo e rodoviário, mas cerca de 80% das nossas exportações para Argentina seguem pela ferrovia', diz Moacir Hayashida, chefe de serviço ao cliente da Ripasa, que exporta mensalmente 10 mil toneladas de papel tipo 'cutsize' (sulfite) e cartão (para embalagens) por mês para América Latina, Caribe, Europa, América do Norte e Extremo Oriente. Entre 15% e 18% deste total segue para o mercado argentino. De acordo com Hayashida, o bom desempenho da ALL se deve às constantes melhorias no serviço prestado pela empresa. 'No ano passado, quando o despacho aduaneiro era realizado em Uruguaiana - divisa com Argentina - o trem ficava detido por dias e o transporte demorava cerca de 22 dias. Atualmente o despacho aduaneiro é feito em Sumaré e houve ganho bastante expressivo. O custo do frete da ALL é de US$ 1,3 mil para contêiner de 20 pés e US$ 1,6 mil para contêiner de 40 pés. As entregas levam, no máximo, dez dias', diz. Os transportes rodoviário e marítimo tem custos em torno de US$ 1,9 mil por contêiner. A Fosbrasil exporta pela ALL há cerca de um ano, embarcando até quatro contêineres de 20 pés por mês de ácido fosfórico food grade (grau alimentício). Os custos, cerca de 25% mais econômicos que o transporte rodoviário e o menor risco de acidentes, são apontados como vantagens pelo supervisor de suprimentos e logística da Fosbrasil, Manoel Azevedo Coelho. 

A Rodhia Stern, de Poços de Caldas, também utiliza a ferrovia há cerca de um ano e já chegou a embarcar 4 mil toneladas de produtos (pet e poliester) por mês, 'mas com o aquecimento do mercado interno, aumentamos as vendas no Brasil em detrimento das exportações para a Argentina, que se situam atualmente em 2 mil toneladas por mês', diz Carlos Alberto Quintero, gerente de logística da Rodhia. A empresa, que deve encerrar o ano com exportações entre 25 e 28 mil toneladas, tem a Argentina como principal mercado, com 70% das vendas destinadas àquele país. Na avaliação de Quintero, o grande diferencial da ALL sobre as demais ferrovias brasileiras é o transporte de contêineres, 'mas a empresa ainda precisa adquirir o know-how dos operadores marítimos', completa.

 A LTI - Logística de Transporte Intermodal - operadora de serviço ferroviário, atende cerca de 25 clientes brasileiros e argentinos, que transportam mercadorias pela ALL, movimentando entre 8 e 10 mil toneladas de carga por mês, o dobro do movimento apurado no início do ano. 

Um grande número de clientes da LTI está concentrado em Poços de Caldas. O custo da tonelada retirada em Poços de Caldas (MG) e entregue em Buenos Aires se situa entre US$ 60 e US$ 65. 'Nossa meta para o ano é consolidar a movimentação em 10 mil toneladas por mês', diz Élio Mariani, gerente administrativo e operacional da LTI.



Transporte Terrestre  |  28/08/2000

quinta-feira, 12 de julho de 2012

PPP de ferrovias atrai 18 grupos para Minas



O plano do governo estadual de revitalizar linhas férreas subutilizadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e no Vale do Aço ganhou o apoio da iniciativa privada. A Secretaria de Estado de Gestão Metropolitana (Segem) informou que recebeu 18 inscrições de grupos (empresas individuais ou consórcio) que manifestaram interesse na Parceria Público-Privada (PPP) das ferrovias. 

No dia 15 de junho, foi iniciado o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para identificar parceiros privados para o projeto, que contempla 21 municípios de Minas Gerais, com um traçado total de 500 quilômetros. 

A Secretaria se concentra agora na verificação das inscrições para saber se toda a documentação entregue pelos interessados está dentro dos requisitos estabelecidos. Após essa fase, será aberto prazo para que as empresas enviem suas propostas para a execução da PPP. Da entrega das propostas à analise caso a caso serão demandados oito meses. A intenção é que em 2014 alguns trechos estejam iniciando a operação. A definição dos parceiros do governo estadual ocorrerá em 2013, segundo a Segem. 

Foram alvos do PMI quatro lotes. O primeiro se refere ao trecho que vai de Sete Lagoas a Divinópolis, passando por Belo Horizonte. Nesse caso, ele atenderia à demanda crescente no Vetor Norte de Belo Horizonte. O segundo lote vai de Belo Horizonte a Brumadinho. O terceiro ligará Belo Horizonte a Conselheiro Lafaiete, com uma derivação até Ouro Preto. O quarto será na região do Vale do Aço. 

Ainda será encomendado um estudo, orçado em R$ 5 milhões, para detectar trechos subutilizados, inutilizados e a projeção de demanda e necessidade de instalação de trilhos. De acordo com o secretário da Segem, Alexandre Silveira, em São Paulo, os trens metropolitanos transportam diariamente cerca de 4 milhões de passageiros. Para Belo Horizonte, ainda não se sabe a dimensão exata da demanda, o que também será alvo de estudos.



22/07/2012 - Hoje em Dia

terça-feira, 3 de julho de 2012

ALL e PAC 2 duplicará Ferrovia Campinas Santos


ALL conclui este mês duplicação de trecho na Baixada Santista


A América Latina Logística (ALL) vai entregar até o fim do mês o primeiro trecho da duplicação de 383 quilômetros da ferrovia que vai de Campinas a Santos, no litoral de São Paulo. Orçado em R$ 535 milhões, o projeto faz parte do PAC 2, está sendo tocado em parceria com a Rumo Logística, do grupo Cosan, e vai facilitar o escoamento de açúcar e outras mercadorias produzidas no interior do Estado.

A obra foi dividida em quatro partes e o que está sendo finalizado é um dos trechos mais críticos. Tem 11,5 quilômetros, liga Perequê e Cubatão e custou R$ 26 milhões. Parte do segundo trecho, que tem 48 quilômetros e vai de Embu-Guaçu a Canguera, está em execução e deve ser concluída até o outubro. Nele serão investidos R$ 215 milhões. Os recursos são da Rumo, em troca de garantia de transporte pela ALL. O contrato entre as empresas prevê o transporte de até 9,5 milhões de toneladas de açúcar por ano pela malha paulista.

"A intenção é conseguir ganhos operacionais nesses trechos", diz o diretor de serviços e tecnologia da ALL, Marcos Rodrigues da Costa. Ele conta que uma parte ferroviária de quatro quilômetros depois da Ponte Casqueiro também está pronta e só depende da conclusão da mesma para também poder ser entregue.

A ALL já tem licença ambiental para executar mais 107,3 quilômetros, até Boa Vista, e as obras devem ser iniciadas em dois meses. Entre Embu e Perequê ela ainda depende de licença e a análise do pedido está em andamento. "Pretendemos concluir tudo até julho de 2013" adianta o diretor.

A duplicação de toda a ferrovia deve retirar das rodovias cerca de 1,5 mil caminhões por dia. Com a conclusão do primeiro trecho, a empresa diz que vai ser elevado de 30 para 60 o número de trens em circulação na margem direita e haverá melhorias na produtividade na margem esquerda do porto.

Outro gargalo está no segundo trecho, que tem restrição operacional de 34 trens por dia. Com a duplicação, o número vai saltar para 80. Como há um declive no local, o trecho exige o uso de uma locomotiva extra na subida, chamada de helper. Em alguns momentos a helper permanece no trecho e impede o fluxo de outros trens.

Sem a duplicação, a velocidade do transporte, com as paradas necessárias, é atualmente de sete quilômetros por hora. Com a duplicação, ela vai passar para 22 quilômetros/hora.

Jornal Valor     03 julho 2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Transporte ferroviário entre Santos e Campinas

Libra Logística inaugura serviço de transporte ferroviário entre Santos e Campinas

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A Libra Logística inaugura  hoje (29) o transporte ferroviário de contêineres entre a Libra Logística Valongo no Porto de Santos e o Porto Seco da Libra Logística Campinas. A iniciativa faz parte da parceria com a Brado Logística e tem o objetivo de contribuir para o fomento da multimodalidade, proporcionando soluções de logística sustentáveis e eficientes.



Sebastião Furquim, diretor geral da Libra Logística afirma que esta ação é uma busca de solução para o congestionamento no porto, além de proporcionar custo mais baixo e menos emissão de CO2. “Esta iniciativa representa o esforço em adequar nossas ações ao crescimento contínuo de cargas. Acreditamos que até um ano devemos transportar 24 mil contêineres”, ressalta o diretor.

Com o novo serviço, o transporte de contêineres por trem destinados à parte direita do Porto de Santos será facilitado, pois a maior parte das cargas de contêineres que acessam o porto por ferrovia é destinada ao lado esquerdo.

A frequência de viagens será semanal, sempre às sextas (Santos x Campinas) e terças (Campinas x Santos) e poderão ser transportadas cargas gerais – secas ou refrigeradas – não perigosas, acondicionadas em contêineres de 20’, 40’ ou 40’ HC. Serão atendidos fluxos de importação e exportação incluindo a retirada ou devolução de contêineres vazios em Santos.

Da Redação

  Portos e Logística Sex, 29 de Junho de 2012 08:36

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Empresários analisam crise e exportações em Campinas


O objetivo é apresentar aos executivos da região um panorama do comércio global e as perspectivas para novos negócios com a turbulência mundial

 

Por: Miltom Paes
CAMPINAS


 Em 2011, as exportações brasileiras atingiram US$ 256 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 226 bilhões. Desse total, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) foi responsável por 8% de todo o volume do comércio internacional do País. Mesmo com a crise financeira mundial, os números devem aumentar ainda mais neste ano, pelas projeções do governo federal e entidades do setor, abrindo espaço para que novas empresas nacionais passem a exportar seus produtos.

Para falar sobre este cenário e debater formas de impulsionar o comercio internacional, a CargoNews promove hoje no Royal Palm Tower, a partir das 9 hs, em Campinas, o Encontro AEB Cargo News, com a presença do presidente interino da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, que fará uma palestra sobre o tema para empresários da região. O Royal Palm Tower fica na Rua Boaventura do Amaral, 1.274, no centro de Campinas.

De acordo com Luiz Antonio Guimarães, organizador do encontro, o objetivo é apresentar aos empresários da região um panorama do comercio internacional e as perspectivas que se abrem para novos negócios com a crise mundial. “É justamente neste momento que surgem grandes oportunidades de negócios e nossos empresários e executivos precisam estar atentos às chances”, explica Guimarães.

Outro tema que será abordado pelo presidente interino da AEB é o Custo Brasil. “Trata-se de um tema que não sai de moda, uma vez que nossa infraestrutura apresenta grandes deficiências e os sinais de melhoras ainda são tímidos, apesar das promessas e ações pontuais do governo federal. Isso trava obras e, por consequência, afeta diretamente os resultados das empresas brasileiras e da região”, afirma o organizador do encontro. 

“Campinas está localizada estrategicamente no Estado de São Paulo. É uma cidade importante para o comércio exterior e para a logística. Debates como o que promoveremos são de suma relevância para o setor, principalmente neste momento novo de Viracopos, agora administrado em conjunto pelo consórcio Aeroportos Brasil e Infraero”, completa.

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que há mais de 40 anos congrega e representa o segmento empresarial de comércio exterior, propugnando por medidas e regras que favoreçam a expansão competitiva e sustentável do comércio exterior brasileiro, propondo medidas para solucionar problemas nas operações de comércio exterior, realizando eventos e nos fóruns públicos e privados em que tem representação. A AEB mantém diálogo constante com os órgãos públicos e entidades intervenientes no comércio exterior, vocalizando e defendendo os interesses empresariais.

A AEB conta com Câmara de Logística Integrada (CLI) que tem destacada atuação nas áreas da logística, transportes e portuária, fazendo a interlocução entre os setores privados e públicos. A CLI / AEB coordena a atuação dos representantes indicados pela AEB para integrar os CAPs. A CLI atua também nos demais modais como rodoviário, ferroviário e aeronáutico. No evento, a AEB fará o lançamento de um livro com um estudo que tem por objetivo estruturar e ordenar dados e informações, para  viabilizar e facilitar a realização de análises, avaliações e novos estudos relativos ao tema comércio internacional.



Jornal DCI e  Panorama Brasil

27/06/2012 - 00h00

Piracicaba e o Aglomerado Urbano



Governador Alckmin sanciona lei do Aglomerado Urbano de Piracicaba

 

Sanção ocorreu nesta terça-feira (26) um mês depois de ser aprovada.


Vinte e duas cidades passarão a integrar uma unidade administrativa.

 O governo paulista sancionou nesta terça-feira (26) a lei que cria o Aglomerado Urbana de Piracicaba (AUP). A intenção é discutir políticas públicas de forma unificada entre as 22 cidades pertencentes à unidade administrativa. O projeto já havia sido votado em maio na Assembleia Legislativa e só dependia da assinatura de Geraldo Alckmin (PSDB) para sair do papel.

O Aglomerado de Piracicaba será formado pelos municípios de Águas de São Pedro, Analândia, Araras, Capivari, Chaqueada, Conchal, Cordeirópolis, Corumbataí, Elias Fausto, Ipeúna, Iracemápolis, Leme, Limeira, Mombuca, Piracicaba, Rafard, Rio Claro, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Gertrudes, Santa Maria da Serra e São Pedro.

O governador destacou que o aglomerado tem por objetivo principal melhorar questões relacionadas à mobilidade urbana, transporte público, saúde, infraestrutura e meio ambiente a partir de projetos e ações públicas no âmbito metropolitano. "Estamos redesenhando o mapa do Estado de São Paulo no sentido de fortalecermos as regiões. Entre o governo local e o Estado, é importnte termos planejamento para o desenvolvimento regional ", disse durante a cerimônia no Palácio dos Bandeirantes.

O Secretário Estadual  de Desenvolvimento Metropolitando em exercício, Edmur Mesquita, destacou que o modelo precisa receber apoio dos órgãos e da população. "Nós devemos abraçar esta causa da metropolização com muito entusiasmo e idealismo. O papel do Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano é fazer a interlocução com os prefeitos e representantes da sociedade para pensarmos no futuro com integração", disse.

Cerimônia

Dezesseis prefeitos e 13 vereadores presidentes de Câmaras compareceram ao evento. O deputado estadual Roberto Morais (PPS), que formulou o projeto em 2004, disse ter realizado um sonho ao ver o projeto ser sancionado. "Sempre lutamos para criar o aglomerado e ele veio com o apoio de todos.

Instalação

Morais informou que serão instalados dois conselhos, o de desenvolvimento e o consultivo. O primeiro será formado pelas prefeituras, pelo governo estadual e por secretarias de interesse comum: planejamento e uso do solo; transporte e sistema viário regionais; habitação; saneamento básico; meio ambiente; desenvolvimento econômico e atendimento social.
O conselho consultivo será formado em um segundo momento e abrigará as câmaras temáticas, com a participação da sociedade civil por meio de organizações e entidades.

Portal G1 Piracicaba 

26/06/2012 18h16 - Atualizado em 26/06/2012 19h11


Video: Governador de São Paulo sancionando Projeto de Lei que cria a Aglomeração Urbana de Piracicaba, que faz parte da macro metrópole de São Paulo e engloba a região Metropolitana de Campinas 

 

domingo, 17 de junho de 2012

Ferrovia Belo Horizonte Curitiba a construção





Ferrovia Belo Horizonte - Curitiba via Campinas, Sorocaba e Sul de Minas


A noticia do Telejornal da TV TEM de Itapetininga afiliada da Rede Globo e do portal Globo G1 falando sobre o edital para o contorno ferroviário de Itapetininga no sul do Estado de São Paulo nos deixou contente, pois foi citado que o “novo traçado também deverá integrar o projeto de cerca de mil quilômetros que ligará Belo Horizonte (MG) até Curitiba (PR) e será usado para transportes de cargas” e certamente passando pelo sul de Minas Gerais, Região Metropolitana de Campinas, a futura Região Metropolitana de Sorocaba para alcançar a Região Metropolitana de Curitiba.




Estivemos pesquisando na internet e não encontramos nada consistente além da proposta de construção da Ferrovia EF 333 que é a proposta de TAV - Trem de Alta Velocidade para passageiros ligando Belo Horizonte – Divinópolis – Poços de Caldas - Campinas – Curitiba.

Parece nos que na edição da matéria jornalistica do tele jornal da TV TEM afiliada da Rede Globo de Itapetininga, os jornalistas adiantaram em primeira mão, que estão estudando o assunto o que muito nos alegra, pois fala e escreve claramente numa ferrovia para transportes de carga que ligará Belo Horizonte a Curitiba.

È claro e obvio que apoiamos a idéia e a proposta, a construção de uma nova ferrovia aproveitando o leito e trajeto das antigas ferrovias centenárias em bitola estreita da Estrada de Ferro Sorocabana e outras, construídas inicialmente com a força e braços humanos através de uso de pás e picaretas com a ajuda de carroça e lombo de burros, quando não existiam os modernos caminhões e as atuais maquinas de terraplanagem.

A reconstrução desta nova ferrovia de carga ligando quatro (4) Regiões Metropolitanas, a de Belo Horizonte, Campinas, Curitiba e a de Sorocaba em processo de oficialização pela Assembléia Legislativa de São Paulo, bem como a aglomerações urbana de Jundiaí, Piracicaba e nos Estado de Minas Gerais interligando importantes cidades sede de Microrregião e Mesorregião de acordo com a especificações do IBGE, como as cidades de Pouso Alegre, Varginha, Três Corações, Lavras , São João Del Rey, e Divinópolis. E com a função importante de ligar a malha ferroviária sul com 7000 km nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul em bitola métrica estreita com a bitola métrica de Minas Gerais, Norte do Rio de Janeiro, Espirito Santos , Bahia e os Estados do Nordeste.

 Estas ferrovia em bitola estreita construída no final do século 19 e inicio do século 20 ainda podem e devem ser operacionais por varias décadas até que se vá implantado o terceiro trilho e alargando para bitola larga de 1,600 mm integrando a nova malha ferroviária que se está construindo com as novas ferrovias pela Valec, Norte Sul, Fiol, Fico, Transnordestina, enquanto isto é possível a utilização dentro dos parâmetros moderno da intermodalidade.

Os estudos do projeto, a construção dos trechos em bitola mista alargando e futuramente com a interligação no Paraná do trecho inexistente de Rio Branco do Sul a Apiaí, para alcançar a região Metropolitana de Curitiba evitando a volta até Ponta Grossa, a possível construção de um novo trecho interligando Iperó a Sorocaba e Itu evitando a volta até Mairinque e claro a construção da ferrovia Campinas a BH que pensamos ser o melhor trecho para evitar a volta até Uberaba no Triangulo Mineiro, de Mogi Mirim - Mogi Guaçu através de Jacutinga - Albertina, via vale do Rio Cervo em Pouso Alegre a Varginha e Três Corações.

Lembramos que toda a malha ferroviária japonesa de carga e passageiro exceto o trem bala é em bitola estreita de 1.067 mm, apenas 67 milimetro ou 6,7 centímetro maior que a nossa bitola métrica, perfazendo em torno de 20.000 km de vias onde o arquipélago japonês tem aproximadamente 3.000 k de comprimento, seus vagões de carga rodam até 90 km/h, limitado a velocidade máxima em até 110 km/h e seus vagões de carga são limitados a 17 toneladas por eixo e é grande a utilização de contêineres ISO ou marítimos com grande enfase para contêineres de 10 Pés ou 3 metros de comprimento ideal para utilização urbana como são os VUC - Veiculo Urbano de Carga implantados na cidade de São Paulo.


A introdução da novas tecnologia intermodal como a conteinerização ISO, a conteinerização domestica Norte Americana, as novas gerações de vagões de empilhamento de conteiner duplo tipo Double-Stack, a conteinerização Europeia da caixa móvel ou swap bodies, o ACTS System (Sistema de transporte por contêiner Rolante) , os vagões tipo canguru que carregam semi reboque da ModaLohr do grupo Alstom, ou o da Megaswing DUO do fabricante sueco Kockums Industrier, e o desenvolvimento de um mercado de pequenos contêineres de 10 pés ou 3 metros como o do mercado japonês, a introdução de empilhadeiras e equipamento de içamento hidráulico e transtêiner para melhorar o conjunto logístico brasileiro.

O moderno sistema ferroviário de transporte de carga geral se baseia na sinergia da cooperação e a integração com o sistema rodoviário, onde os caminhões através de sua flexilidade e mobilidade em qualquer direção faz os trajetos curtos e de média distancia e são integrados aos sistema de transporte ferroviário para atender as longas distancia e a média quando existir uma demanda de carga econômica através da utilização de terminais e centro logísticos de carga e equipamento intermodais, junto ao eixo ferroviário.















Jardim Botanico de Curitiba                             Igreja São Francisco da Pampulha BH


É importante estudar a questão econômica, lembrando que a Região Metropolitana de Curitiba tem uma população de 3 milhões e 200 mil habitantes e um PIB de 74,8 Bilhões de Reais com 26 municípios, a região Metropolitana de Sorocaba tem uma população de 1 milhão e 300 mil habitantes e um PIB de 26,5 bilhões de reais com 20 municípios, a região metropolitana de Campinas tem uma população de 2 milhões e 800 mil habitantes e um PIB de 65 bilhões de reais e 19 municípios, PousoAlegre, Varginha, Três Corações, Lavras, São João Del Rey em Minas Gerais são municípios todos com mais de 100 mil habitantes e são cidades em crescimento e desenvolvimento que formam aglomerações urbanas com vários municípios formando microrregiões e mesorregião, lembrando que Divinópolis é uma cidade com mais de 200 mil habitantes com um PIB de 3 bilhões de reais, e a RegiãoMetropolitana de Belo Horizonte tem 4 milhões e 900 mil habitantes com um PIB de 108 bilhões de Reais com 34 municípios. Estas regiões alcançam o PIB de 300 bilhões de reais com mais de 12 milhões de habitantes. E se acrescentarmos a Região Metropolitana de São Paulo com 39 municípios e PIB de 600 Bilhões de Reais, distante cerca de 100 km tanto de Campinas quanto de Sorocaba teremos um complexo metropolitano de 900 bilhões de reais com um mercado consumidor de 32 milhões de habitantes.

É obvio e importante que devemos dar um novo pensamento, um novo tratamento e uma nova reestruturação na organização dos transporte de carga e logística, sabendo que o sistema de transporte de carga baseado apenas no sistema rodoviário de carga no sudeste está entrando em colapso, onde os caminhoẽs já estão proibido de trafegar e cruzar as avenidas marginais do tiete de são paulo no horário de rush das 04 as 10 da manhã e das 16 as 22 da noite e na marginal pinheiros das 04 as 22 horas inviabilizando a circulação de mercadorias e encarecendo os custos logístico de mercadoria e produtos e o custo de vida da população na principal cidade da América Latina e a sexta do mundo e transferindo o congestionamento para o período do dia e a noite, bem como expulsando empresas comerciais e industriais da Região Metropolitana de São Paulo e inviabilizando a competitividade da economia das industrias brasileira e o mesmo esta preste a acontecer na Região Metropolitana de Campinas onde no horário de rush as principais estradas do entorno estão congestionadas e as principais estradas do sudeste, rodovias Régis Bitencourt de Curitiba a São Paulo, a rodovia Fernão Dias de São Paulo a Belo Horizonte, a Rodovia Dom Pedro I ligando Campinas a Rodovia Fernão Dias em Atibaia e a Rodovia Presidente Dutra em Jacareí, ligação com o Rio de Janeiro e o complexo rodoviario Anhanguera Bandeirante que liga São Paulo a Campinas viraram em varias horas avenidas congestionadas e saturadas.


Carlos Eduardo do Nascimento